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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Intervalo para a vida

           

São 07h00 da manhã e o despertador toca. Levantamos da cama e depois de alguns minutos saímos de casa. O trânsito já começa na primeira esquina. Logo estamos no trabalho, resolvemos problemas com colegas, almoçamos, hora de sair. Trânsito de novo, mas voltamos ao lar. E a rotina continua pelo resto da semana.
Estamos sempre rodeados de pessoas, vistos por familiares, amigos, colegas, câmeras de segurança etc. Contudo, não é possível prever, controlar ou ver o que se passa em nossa mente na hora em que deitamos na cama para dormir.
Falo do período antes de pegar no sono, quando paramos pra ouvir nossos sentimentos. A mente viaja nas imagens e sons que foram absorvidos durante o dia. Os problemas, as ansiedades e alegrias vêm à tona, vilões que às vezes tratam de nos tirar o sono.
Quando tudo está em silêncio, o coração está em convulsão. Hora para lembrar dos fatos, reparar as arestas, assumir erros, construirmos mais uma parte de quem somos.
Mas há tempos que a racionalidade da vida nos tira esta sensibilidade de ouvirmos nosso próprio coração e vivemos sem solicitude própria. Não cuidamos de nós mesmos, esquecemos de desfragmentar nossas recordações e paramos de caminhar em direção de nossos sonhos. Nos tornamos quase máquinas e desumanos.

A bíblia fala de uma pessoa inconseqüente que não possuía responsabilidades no que fazia. Homem que parou no tempo, amaldiçoado por seus atos, chamado Jacó.  
“E Jacó ficou sozinho. Então veio um homem que se pôs a lutar com ele até o amanhecer. Quando o homem viu que não poderia dominá-lo, tocou na articulação da coxa de Jacó, de forma que lhe deslocou a coxa, enquanto lutavam. Então o homem disse: "Deixe-me ir, pois o dia já desponta". Mas Jacó lhe respondeu: "Não te deixarei ir, a não ser que me abençoes". O homem lhe perguntou: "Qual é o seu nome?" "Jacó", respondeu ele. Então disse o homem: "Seu nome não será mais Jacó, mas sim Israel, porque você lutou com Deus e com homens e venceu". Prosseguiu Jacó: "Peço-te que digas o teu nome". Mas ele respondeu: "Por que pergunta o meu nome? " E o abençoou ali. Jacó chamou àquele lugar Peniel, pois disse: "Vi a Deus face a face e, todavia, minha vida foi poupada". Ao nascer do sol atravessou Peniel, mancando por causa da coxa.” Gênesis 32:24-31
Durante a noite, Jacó foi um homem que lutou pela sua identidade. Ele quis ser uma pessoa diferente do que era chamado, mas foi necessário reconhecer quem era para tornar-se um novo homem. E a marca em sua coxa, nos traz um memorial de transformação e uma prova de recomeço.
Saiba que as maiores lutas das nossas vidas, são travadas em nosso travesseiro. Quando olhamos para dentro de nós mesmos e reconhecemos nossas fraquezas, nossos erros, quem nós somos e quem podemos ser.

Assim como diz em provérbios: “Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida.” Provérbios 4:23. Às vezes é bom pararmos para organizar nossos sentimentos, pois somos humanos.
Neste momento, descanse em Deus, deixe Ele mexer onde a razão e emoção se encontram. Isto irá gerar o equilíbrio para sua vida, uma marca necessária para te ajudar a continuar andando.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Breve Hisória da Igreja Católica ao Protestantismo


Tudo começa entre os séculos 313 e 590, quando a Igreja Católica Antiga torna-se a Igreja Católica Romana, onde os bispos dominavam a liderança da Igreja. Quando as estruturas e leis canônicas estavam incutidas na Roma Imperial. Uma modernização da liturgia católica, que incluía desde a veneração a virgindade de Maria, mãe de Jesus, a importâncias no batismo de crianças, Santa Ceia, comemoração do natal em 25 de dezembro etc. E neste tempo, surgiu uma hierarquia sacerdotal, comandada por um bispo romano.

Então, Gregório I é consagrado o primeiro bispo, episcopado de Roma, e então inicia a expansão do cristianismo pela atividade missionária pelo ocidente.

Direto ao apogeu do poder papal, no período 1054 e 1305. O surgimento de universidades e do “escolasticismo” fortaleceu os fundamentos intelectuais do papado medieval.

Nos séculos XII e XIII, expedições de cavaleiros templários realizaram as cruzadas e batalharam por razões religiosas contra os muçulmanos na Europa e na Ásia e contra os heréticos. Isto impulsionou a construção de belas catedrais góticas. Com este ânimo, até os leigos queriam participar destes movimentos.

 Em 1050 e 1350, a igreja passa por uma reforma cultural, quando foi criado o movimento intelectual escolástico, onde se tentou racionalizar a teologia, estabelecendo um equilíbrio entre a fé e a razão. Este movimento iniciou nas catedrais e mosteiros, com surgimento das universidades no século XIII. Os escolásticos não buscavam a verdade contida em seus estudos, mas uma unidade intelectual, política e eclesiástica.

Mas houve um tempo, de 1309 a 1439, que o papado entrou em declínio. Com as exigências de celibato e obediência absoluta ao papa, e a feudalização da Igreja Romana discordâncias entre clérigos, várias discussões ocorreram principalmente entre contrariadores do celibato e os bispos. Além do mais, os impostos papais, para sustento da vida de luxuria do papa e seus súditos causaram revolta dos leigos.

A perda da credibilidade dos clérigos foi também um dos fatores determinantes para a rejeição do povo, e com o surgimento das Nações-Estados, que se opunham a soberania universal do papa, desafiaram o poder da igreja. É neste contexto ruim para a igreja católica que os místicos ainda exigem um contato direto com Deus, em uma forma extra-racional, na intenção de recebimento passivo da graça divina.

Mais tarde, século XIV, os concílios reformadores buscaram o surgimento de um líder eclesiástico dos leigos.

Contudo, após ter conseguido dissipar as tentativas internas dos místicos de acabar com o clero, a igreja enfrentou uma oposição externa dos reformadores e dos concílios reformadores, os quais tentaram colocar a bíblia como uma fonte de autoridade, passando por uma organização mais democrática.

A igreja enfrentou as forças opositoras renascentistas, Reforma Protestante, a qual colocou limites a soberania do Papa.  
CAIRNS, Earle E. O Cristianismo Através dos Séculos: Uma História da Igreja Cristã. Rio de Janeiro: Vida Nova, 2004.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Todos nós somos filhos de Deus


A graça de Deus tem alcançando vidas em lugares mais remotos. Nunca antes da história de nossa igreja vimos um cacique pregando a palavra de Deus em um culto de domingo da nossa igreja sede. Confesso que aprendi muito com esta experiência. Tenho irmãos índios agora.

Quem estava no último culto de missões, domingo dia 09/10, pode perceber que quando se fala de Deus, a palavra nunca volta vazia. Que realmente é possível transmitir amor e salvação quando nos disponibilizamos a participar assiduamente do projeto inicial de expandir o reino de Deus.
É maravilhoso ver também que as bênçãos que Deus tem nos dado, a graça que tem nos envolvido, o amor que possuímos não é apenas um dom dado a nós, mas sim algo que tem abraçado pessoas de todas as raças, ainda que tão diferentes de nossa realidade e cultura.
É possível imaginar o número de famílias que terão suas vidas entregues ao Deus que servimos. As quais viverão sob a tutela do Deus altíssimo e nunca mais estarão sozinhas, porque Deus estará sempre com elas.
Houve um momento na história da bíblia, que os judeus sentiam-se exclusivos da fé e do poder de Deus. Jerusalém era para eles o pólo no qual todos os povos tinham por obrigação de vir até àquela cidade para entender-se com Deus. Mas Jesus vai até eles e diz: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16:15). A partir daí, não era mais para ficarem esperando que os necessitados viessem até os judeus, mas para que saíssem de Jerusalém e levassem Deus a todos.
Talvez o que Ele também quis dizer era para que levemos nossas experiências, do andar com Deus, aos outros. Que na família dos filhos de Deus cabe a todos. Que o evangelho é o caminho que nos leva a Deus, passando pelo que acreditamos fielmente ao que aprendemos com a palavra.
Que Deus nos faça crescer ainda mais com que estamos vivendo em nossa igreja. Que este ato missionário continue nos impulsionando para trabalhar pela causa da fé.
Isto foi um testemunho que Deus fala todas as línguas através da nossa. Não tem preconceitos ou preferências por classe social, e é apaixonado por gente que o necessita e vive o amor Dele.
Por isto, e por muito mais, ide e leve a palavra de Deus e tudo o que você tem vivido com Ele.






segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Evangelho Exclusivista


Você já pensou ao menos uma vez, que Deus te ama mais que outra pessoa, ou que Ele tem um carinho especial por você, mais que outro? Que Deus te usa de uma maneira única e especial, que só você percebe umas coisas espirituais, ou que só você é abençoado e conhece a fórmula de agradar a Deus?

A vida é tão difícil e quanto mais crescemos, mais desejamos ter. O problema é que às vezes não somos capacitados para o que queremos. Aí, lembramos que somos cristãos e pedimos graça e ajuda do céu, com a preferência de não precisar passar por processos dolorosos.

Posso até arriscar que talvez você já orou para ser beneficiado quando havia outros concorrentes. Mas por este pensamento, cadê o amor abrangente de Deus, que veio para todos?

Será que somos representantes do amor de Deus quando nos sentimos um povo escolhido, e nos sentimos exclusivos a graça divina?

E quando a situação é inversa, parece que só o outro que é abençoado e tem o que quer. Dá a impressão que nem fica doente. Não importa o quanto você busque ser abençoado ou estar perto de Deus, a “grama do jardim dele é sempre mais verde”.

Será que Deus não nos ama tanto quanto ama o outro?

Fazendo uma analogia a parábola do filho pródigo, às vezes somos o filho que pede ao pai o que é nosso por direito, e às vezes somos o filho que pensa que o outro não merece ser abençoado, porque ele não está ao lado do Pai, como estamos.

Mas a frase do pai para o primeiro filho é: “Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se.” (Lucas 15:24); e a frase para o segundo filho é: “E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas.” (Lucas 15:31).

Deus nos ama por igual, não há nada que possamos fazer para que nos ame mais, ou para que nos ame menos.

Afirmo que a nossa diferença é que nunca estamos sozinhos. Depois que aceitamos andar com Cristo, nunca mais estaremos sós. 

Ele nos capacitará para o que sonhamos. Pois nos prepara para os efeitos colaterais do nosso desejo.

E que ao invés de nos sentirmos filhos preferidos, que oremos e trabalhemos para a expansão do Reino de Deus.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Estranho admirável

E se por acaso Deus se transformasse em uma das pessoas que você vê no seu cotidiano? Como você falaria com Ele? Sabe o senhor do elevador, o porteiro do prédio, o segurança do shopping, a faxineira do seu trabalho, o motorista do carro da frente, o garçom do restaurante, o assistente do seu escritório?
Na história da mulher samaritana, Jesus apareceu como um homem estranho no dia a dia dela. Uma pessoa que lhe pedia água.
“E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta. Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber. Porque os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida. Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos). Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva.”(João 4:6-10)
Uma certa vez, após a Sua morte, Jesus apareceu como um viajante a caminho de Emaús. Por quilômetros, Ele andou ao lado de dois discípulos, os quais estavam entristecidos com Sua morte, mas só reconheceram o Mestre, ao partirem o pão.
“Naquele mesmo dia, dois deles estavam indo para um povoado chamado Emaús, a onze quilômetros de Jerusalém.“No caminho, conversavam a respeito de tudo o que havia acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles; mas os olhos deles foram impedidos de reconhecê-lo.”(Lucas 24:13-16)
Após ter morrido, Jesus fez algumas aparições aos discípulos, em uma delas, Ele era um homem na praia. E só foi reconhecido quando fez o milagre da pesca.
“Ao amanhecer, Jesus estava na praia, mas os discípulos não o reconheceram. Ele lhes perguntou: "Filhos, vocês têm algo para comer? ""Não", responderam eles. Ele disse: "Lancem a rede do lado direito do barco e vocês encontrarão". Eles a lançaram, e não conseguiam recolher a rede, tal era a quantidade de peixes. O discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: "É o Senhor! " Simão Pedro, ouvindo-o dizer isso, vestiu a capa, pois a havia tirado, e lançou-se ao mar.Os outros discípulos vieram no barco, arrastando a rede cheia de peixes, pois estavam apenas a cerca de noventa metros da praia.” (João 21:4-8) - Será que só vemos Deus quando Ele faz algum milagre?
Se Jesus nos aparecesse como um ser celestial, ficaria fácil tratá-lo com amor e reverência. Mas proponho tentarmos estar mais sensíveis e perceptíveis a Deus, não só quando O adoramos, mas quando nos relacionamos com uma pessoa.
É possível sentir Deus quando conversamos com alguém. Percebê-Lo, quando tratamos com amor as pessoas que vemos diariamente.
Você já pensou se a mulher samaritana tivesse dito ao homem que lhe pedia água, pra que ele mesmo pegasse?
E se o homem que caminhou com os discípulos a caminho de Emaús, não fosse convidado para comer o pão com eles?
Pense que cada pessoa que temos algum tipo de relacionamento, por menor que seja, é uma oportunidade de sermos cristãos, pois Jesus não só apareceu como um estranho a àquelas pessoas, Ele também fez um milagre.
E se hoje ser um bom companheiro, uma ótima companhia ou um estranho admirável, pode ser considerado um milagre, que sejamos um milagre no cotidiano das pessoas.
                                                                                                                                              Flávio e Fabiana

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Coadjuvantes na vida


A bíblia fala de um homem convencido por um anjo a acreditar que sua futura esposa esperava um filho que não era de outro homem, e sim de Deus.
“Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo. Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, internou deixá-la secretamente. E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo” (Mt 1:18-20).
As possibilidades deste fenômeno acontecer eram nulas. Assim como hoje, quem acreditaria em uma história destas? José acreditou.
Ele também sabia que pela lei descrita em Dt. 22, Maria podia ser apedrejada, simplesmente por não ter casado antes de ter um filho.
Foi obediente quando Deus lhe ordenou a voltar com o Jesus do esconderijo:    
“... Levanta-te, e toma o menino e sua mãe, e vai para a terra de Israel; porque já estão mortos os que procuravam a morte do menino. Então ele se levantou, e tomou o menino e sua mãe, e foi para a terra de Israel.” (Lucas 2).
Além disto, a bíblia não relata argumentos de José. Sabe-se que era carpinteiro, e ensinou a Jesus uma profissão.
Não se sabe quando morreu, provavelmente logo após o episódio em que Jesus não é encontrado por três dias, enquanto ensinava os sábios na Sinagoga: “Três dias depois, acharam Jesus no templo, assentando no meio de doutores, ouvindo-os e interrogando-os. E todos os que ouviam se admiravam da sua inteligência e das suas respostas.” (Lc: 2)
José levava a família anualmente a Jerusalém para a festa da Páscoa. Mas quando o menino tinha doze anos, sumiu por três dias. Como qualquer pai que ama seu filho, juntamente com Maria o procurou desesperadamente. Quando o encontrou, teve uma resposta que não esperava do filho: “Ele lhes respondeu: Por que me procuráveis? Não sabeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?” (Lc 2: 49). Após este fato, não se tem mais notícias de José.
Acreditou em sua noiva quando ninguém acreditou, confiou em Deus, não teve méritos na bíblia e ainda sofreu com perseguições escondido por causa de Jesus. E depois de ensinar, proteger e amar Jesus por doze anos, ouviu o filho dizer que estava cumprindo estar na casa do Pai Dele - e não era José.
Quantos de nós vivemos uma história parecida com a de José. Acreditamos em coisas que as pessoas não estão acreditando mais. Somos justos e amamos.
O ministério de José nos ensina que podemos fazer coisas lindas, talvez ajudar outro a crescer no Reino de Deus ou talvez coisas nem tão grandes assim, porque nem sempre seremos o centro da história. Mas que sejamos servos de Deus e cumpramos o Teu chamado, incondicionalmente. E mesmo em situações que somos coadjuvantes, façamos nossa papel de servir.
José serviu Jesus, e Jesus serviu o mundo. E hoje, podemos servir uns aos outros.
Quem sabe o que seria do menino Jesus, se José não tivesse acreditado e cumprido o que Deus lhe ordenou?

quarta-feira, 30 de março de 2011

Mudar-se para mudar o mundo

Pra quem quer mudar o mundo, que tal começar mudando seu modo de viver a vida?
O mundo está a cada dia mais um lugar inóspito para se viver. Pessoas estão mais ásperas, parece que a maldade está em toda parte. Tem gente até com vergonha de ser amável.

Em meio à rotina, criamos, construímos, quebramos, arrumamos e nem sempre percebemos que não envolvemos pessoas em nossas tarefas.

Na correria do dia a dia, de vez em quando não paramos para dar bom dia a alguém ou para ajudar um estranho na rua. Deixamos de lado a atenção às pessoas, porque nem sempre damos importância pra fazer relacionamentos ou renovar um existente.

Hoje, até parados estamos com a cabeça “a mil por hora”. Sempre queremos comprar, ter ou vender. Acho que isso está envolvendo até nosso relacionamento com Deus.

Vou arriscar dizendo que quanto mais longe estamos de Cristo, mais pedimos coisas a Deus; mas quanto mais semelhantes estamos de Jesus, mais dizemos “eis-me aqui Senhor”, porque quanto mais parecidos com Cristo, mais fazemos o que Deus quer.

A proposta é que sejamos parecidos com Jesus então, conforme escreveu o Apóstolo Paulo: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” Rm 8 - 28, 29.


Visto isso, te convido a viver a vida da melhor forma possível, porque celebrar a vida glorifica a Deus. Adorar a Deus com a própria vida, expressar seus mais belos sentimentos em meio ao seu dia. Não esquecendo que Jesus envolvia pessoas em seus milagres. Cristo não andava só ou tratava pessoas como invisíveis.

A vida deve ser sagrada com relacionamentos. Ter a sensibilidade de experimentarmos Deus, através do Espírito Santo, quando saudamos uma pessoa. Quando oramos um pelos outros, e de igual forma, estendemos o braços para quem precisa de ajuda ou simplesmente de um abraço.
Infelizmente, temos que nos adaptar ao estresse, caos do trânsito, pressão do trabalho etc. Coisas da vida e da cidade.

Lembre-se que Deus trabalha em nosso dia a dia. Coisas ruins acontecem, mas isso de uma forma ou de outra, contribui para o nosso bem, enquanto isso imite Jesus de tal forma que quando te olharem vejam a Ele, seja adorável em seu modo de agir, pensar ou falar, e ame as pessoas que o cercam.