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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Evangelho Exclusivista


Você já pensou ao menos uma vez, que Deus te ama mais que outra pessoa, ou que Ele tem um carinho especial por você, mais que outro? Que Deus te usa de uma maneira única e especial, que só você percebe umas coisas espirituais, ou que só você é abençoado e conhece a fórmula de agradar a Deus?

A vida é tão difícil e quanto mais crescemos, mais desejamos ter. O problema é que às vezes não somos capacitados para o que queremos. Aí, lembramos que somos cristãos e pedimos graça e ajuda do céu, com a preferência de não precisar passar por processos dolorosos.

Posso até arriscar que talvez você já orou para ser beneficiado quando havia outros concorrentes. Mas por este pensamento, cadê o amor abrangente de Deus, que veio para todos?

Será que somos representantes do amor de Deus quando nos sentimos um povo escolhido, e nos sentimos exclusivos a graça divina?

E quando a situação é inversa, parece que só o outro que é abençoado e tem o que quer. Dá a impressão que nem fica doente. Não importa o quanto você busque ser abençoado ou estar perto de Deus, a “grama do jardim dele é sempre mais verde”.

Será que Deus não nos ama tanto quanto ama o outro?

Fazendo uma analogia a parábola do filho pródigo, às vezes somos o filho que pede ao pai o que é nosso por direito, e às vezes somos o filho que pensa que o outro não merece ser abençoado, porque ele não está ao lado do Pai, como estamos.

Mas a frase do pai para o primeiro filho é: “Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se.” (Lucas 15:24); e a frase para o segundo filho é: “E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas.” (Lucas 15:31).

Deus nos ama por igual, não há nada que possamos fazer para que nos ame mais, ou para que nos ame menos.

Afirmo que a nossa diferença é que nunca estamos sozinhos. Depois que aceitamos andar com Cristo, nunca mais estaremos sós. 

Ele nos capacitará para o que sonhamos. Pois nos prepara para os efeitos colaterais do nosso desejo.

E que ao invés de nos sentirmos filhos preferidos, que oremos e trabalhemos para a expansão do Reino de Deus.

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